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23.4.07

Boris Yeltsin


Moscovo-Boris Yeltsin, o homem que deu o golpe final no comunismo, acabou com a União Soviética (URSS) e abriu uma nova etapa nas relações internacionais, morreu esta segunda-feira em Moscovo aos 76 anos, vítima de uma paragem cardíaca repentina.


2ª volta dia 0


Paris, 23 Abril - O liberal Nicolas Sarkozy e a socialista Ségolène Royal iniciaram esta segunda-feira as suas campanhas para a segunda volta das eleições presidenciais de 6 de maio. Ambos disputam os votos conquistados pelo candidato do centro François Bayrou. Sarkozy e Royal obtiveram, respectivamente, 31,18% e 25,87% dos votos. "Não haverá nenhuma contradição partidária, nenhuma manobra política, nenhuma concessão ao regime dos partidos", prometeu hoje Sarkozy durante seu o primeiro acto eleitoral, em Dijón. Segundo o líder do partido do governo UMT (União para um Movimento Popular), a segunda volta das eleições presidenciais situa-se "entre a mudança e a imobilização, entre a renovação e a declinação". O ex-ministro do Interior disse que pretende criar "uma nova maioria presidencial multipolar", com três pólos, a fim de "somar" o mais amplamente possível, disseram alguns colaboradores.
Royal deseja a mudança e assegura que "é uma nova campanha eleitoral". Em Valence, no seu primeiro acto eleitoral, Royal disse estar disponível para "um debate aberto e útil" com Bayrou, para encontrar uma "convergência" para a segunda volta. "Cada um deve assumir suas responsabilidades para saber que França queremos construir. Hoje assumo as minhas e declaro-me disponível para falar do futuro da França a todos os que desejam a mudança e a renovação política", acrescentou.
Os dois candidatos estão conscientes de que o verdadeiro problema é convencer quem votou na direita a votar agora na esquerda e vice-versa.
Neste contexto, os votos de Bayrou (18,57%) são o "bem precioso" que os candidatos irão disputar. Aqueles que votaram em Bayrou são "pessoas livres" e estão convidados a participar numa maioria "aberta e acolhedora", segundo a linha eleita pela UMT após o anúncio da vitória de seu presidente Sarkozy.O secretário do Partido Socialista, François Hollande, considera a hipótese de realizar um acordo político com o eurodeputado Daniel Cohn Bendit, amigo de Bayrou e partidário durante a campanha de formar uma aliança entre o seu Partido Verde, a UDF e o Socialismo.

10.3.07

Imagem da semana

São Paulo-Jovens manifestam-se contra a visita de George W. Bush na Av. Paulista.-Fotos Folha de São Paulo

O Brasil e os Estados Unidos assinaram nesta sexta-feira, um memorando de entendimento entre os dois países para avançar na cooperação em biocombustíveis.

Confira o memorando assinado entre o Brasil e os Estados Unidos.

8.3.07

Ora aí está a resposta adequada



Direitos Humanos: Governo não reconhece legitimidade aos EUA


O Governo português não reconhece legitimidade ao Departamento de Estado norte-americano para fazer comentários sobre os direitos humanos em Portugal, disse hoje à Lusa fonte do Ministério da Administração Interna (MAI).

A reacção do MAI surge na sequência do relatório do Departamento de Estado norte-americano, o qual aponta críticas a Portugal, nomeadamente abusos das forças de segurança, más condições das cadeias, recurso excessivo da prisão preventiva e tráfico de mão-de-obra estrangeira e de mulheres.

Em declarações à agência Lusa, fonte do gabinete do MAI disse que o «governo português não reconhece legitimidade ao Departamento de Estado norte-americano para fazer comentários sobre os direitos humanos em Portugal».

A mesma fonte adiantou ainda que o «Governo aprecia sempre com grande atenção, os relatórios de organismos não-governamentais como a Amnistia Internacional», bem como os relatórios de outros organismos como o Conselho da Europa e das Nações Unidas.

Diário Digital / Lusa

3.3.07

Viver a 27- Um Governo stand-by


Itália- Romano Prodi, demissionário durante dois dias, tenta reconduzir o seu Governo baseado num programa sucinto.
No país das crises frequentes e prolongadas, paradoxalmente, Prodi perante o cenário crítico, reuniu os partidos que compõem a coligação de esquerda e convenceu-os a aceitar a sua proposta, com base num programa reduzido a 12 pontos, terminando a crise que acabara de eclodir.
»Este Governo não será um "Prodi II", mas um "Prodi reconduzido"».
Prodi realizou o seu objectivo: ser o único a distribuir as pastas minesteriais, a contra-gosto de uma esquerda que aplaude, com receio do regresso de Berlusconi.
Ainda que tenha que passar pelo trauma da votação do senado, os seus 12 pontos "imprescindíveis", materializaram a reviravolta conservadora do centro-esquerda.Um programa que visa atacar as reformas e que não questiona assuntos sociais controversos(merece os aplausos do Vaticano), como por exemplo, as uniões de facto.
As contradições da coligação que reuniu toda a esquerda italiana, estarão mais expostas e não se afigura fácil a sua cooperação com a execução do novo programa, nomeadamente, considerando os principais problemas que o Governo terá que enfrentar nos próximos meses,tais como: a reforma da segurança social; o financiamento da missão no Afeganistão; o traçado do TGV.
O argumento de Prodi porém, parece ter falado mais alto: "É preciso não dar o poder de bandeja a Berlusconi".